quinta-feira, 19 de maio de 2011

Meio Ambiente

Os jovens buscam a construção de uma sociedade mais justa, feliz e sustentável. A educação é o caminho para a compreensão e a necessidade desses jovens trabalharem juntos, assumindo responsabilidades e realizar ações cheias de sonhos.
O Brasil criou a Carta de Responsabilidades, que foi escrita e assinada por 560 delegados e delegadas entre 11 e 15 anos, durante a II Conferência Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, em 26 de abril de 2006. Eles representavam 12 mil escolas e comunidades de todo o país que realizaram suas Conferências em 2005, com a participação de aproximadamente 4 milhões de pessoas.
Esta carta de responsabilidade é compartilhada com os governos, empresas, meios de comunicação, ONGs, movimentos sociais e culturais, além de nossas comunidades.

Segue abaixo os itens definidos pela Carta de Responsabilidade.

1)Divulgação da informação e ampliação dos conhecimentos por meio da educação ambiental.
2)Proteção e valorização da biodiversidade.
3) Transformação das cidades, comunidades e escolas em espaços ambientalmente saudáveis.
4) Diminuição da produção de lixo praticando os 5Rs; repensar, recusar, reduzir, reutilizar e reciclar.
5) Redução da emissão de gases poluentes que provocam o aquecimento global.
6) Prevenção do desmatamento e das queimadas.
7) Respeito, entendimento e reconhecimento da diversidade cultural.
8) Valorização da produção e do consumo de alimentos naturais orgânicos.
9) Reeducação alimentar respeitando os hábitos dos povos.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Você sabia?

      Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo.
      Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.
      Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.
      O que fazer agora?
      A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.
      No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado.
      Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.
     Resultado: o "azedo" do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente.
     Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome 'PINGA'.
    Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de 'ÁGUA-ARDENTE'
    Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.
    E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.
(História contada no Museu do Homem do Nordeste).

    Não basta beber, tem que conhecer.
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Você sabia?

Dizer asneiras alivia a dor.

Estudo britânico revela que dizer «palavrões» alivia a dor, sobretudo nas pessoas que normalmente não os dizem.

Os pesquisadores Richard Stephens e Claudia Umland, da Keele University, em Inglaterra, realizaram um estudo com 71 envolvidos, entre os 18 e 46 anos, que prova que dizer asneiras pode aliviar a dor, principalmente nas pessoas que não têm por hábito dizê-las, noticia a «BBC».

O estudo, que será apresentado em Maio, usou um balde de água gelada onde os concorrentes colocam as mãos de modo a medir a tolerância à dor.

E o que a dupla constatou foi que «se por um lado dizer asneiras, como resposta à dor, pode ser benéfico, também há evidências de que se uma pessoa disser palavrões com muita frequência em situações do dia-a-dia o poder não vai estar presente quando precisarmos», diz Stephens.

Os especialistas acreditam que o alívio da dor ocorre porque desencadeia no organismo uma reacção de luta ou fuga, comprovado através das batidas no coração, as quais aumentavam de cada vez que os participantes soltavam uma asneira.

O estudo prova então que dizer asneiras é tanto uma resposta emocional como física.

Será que a partir de agora devemos ser mais tolerantes com as pessoas que dizem asneiras? Sthephens diz que sim.